Maquiagem não é futilidade. É reconstrução.

Pra muita gente, maquiagem é só vaidade. Mas pra algumas mulheres, ela pode ser um passo silencioso — e poderoso — no processo de cura.

Mulheres que viveram situações de violência carregam marcas que vão além do físico. A autoestima é uma das primeiras a ser ferida. A sensação de invisibilidade, o medo, o julgamento… tudo isso pode fazer com que elas deixem de se reconhecer.

E aí entra a maquiagem — não como uma máscara, mas como um instrumento de resgate.

💄 Maquiar-se pode significar:

✨ Se olhar de novo com carinho no espelho
✨ Recuperar o controle sobre o próprio corpo
✨ Sentir-se digna, bonita, presente
✨ Dizer pra si mesma: “Eu estou voltando.”

É claro que a maquiagem não resolve traumas. Ela não substitui o acolhimento, a terapia, o apoio social. Mas ela pode, sim, fazer parte de um processo de reconstrução da identidade e da confiança.

💬 Não é sobre esconder. É sobre revelar.

Algumas mulheres usam a maquiagem pra cobrir cicatrizes físicas. Outras, pra dar cor aos dias que ainda estão cinzas. E muitas, pra simplesmente se reconectar com quem eram — ou com quem estão se tornando.

Porque depois da violência, tudo muda. E cada gesto de autocuidado pode ser um ato de resistência e empoderamento.


🌻 Vale lembrar:

Toda mulher tem o direito de se sentir bonita, segura e dona de si.
E se, pra isso, ela quiser usar batom vermelho, delineado gatinho ou só um hidratante e um olhar mais firme no espelho…
Que assim seja. 💪🏽


Se você conhece alguma mulher passando por uma situação de violência, acolha — sem julgamentos. Indique apoio profissional, ajude a fortalecer a autoestima dela com escuta e presença.
E lembre-se: empoderar também é cuidar.

Publicado por Projeto Eleva

Em prol do empoderamento feminino e da igualdade de gênero.

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