Quando falamos de violência contra a mulher, muita gente logo pensa em agressão física ou psicológica, mas sabia que existe outro tipo de violência, menos comentado, mas super comum? Estamos falando da violência patrimonial. E, sim, isso acontece mais do que você imagina!
O que é violência patrimonial?
Violência patrimonial é quando alguém destrói, controla ou toma posse dos seus bens, como dinheiro, documentos, objetos pessoais ou até mesmo o celular. Parece sutil, mas é uma forma poderosa de controle e pode trazer consequências enormes.
Como isso acontece? Imagina que você tem uma grana guardada para um projeto pessoal ou um celular que usa para trabalhar. Aí, a pessoa com quem você está se relacionando começa a pegar seu dinheiro sem pedir, te proíbe de comprar o que você precisa ou até destrói suas coisas durante uma briga. Isso tudo é violência patrimonial! E vai muito além de apenas “um problema de casal” — é uma maneira de tentar te controlar e te deixar sem recursos.
Exemplos comuns de violência patrimonial:
1. Controlar todo o dinheiro da casa e não te deixar ter acesso ao que é seu.
2. Destruir documentos, cartões de crédito ou objetos importantes.
3. Colocar seu nome em dívidas sem sua autorização.
4. Te impedir de trabalhar ou estudar, para você não ter independência financeira.
Por que isso é tão grave? O problema da violência patrimonial é que, ao tirar o seu acesso aos seus próprios bens, a pessoa também te priva da sua liberdade. Sem dinheiro ou recursos, muitas mulheres acabam ficando presas em relacionamentos abusivos porque acham que não têm como sair ou se sustentar sozinhas.
Como se proteger? Primeiro, fique atenta aos sinais. Se alguém começa a controlar suas finanças ou seus bens, questione. Lembre-se: você tem direito a ter sua própria autonomia financeira. E se algo já aconteceu, busque ajuda. Existem redes de apoio e serviços especializados que podem te orientar.
Ninguém deve ter poder sobre as suas coisas — e muito menos sobre você. Fique de olho, cuide de si e, se precisar, não tenha medo de pedir ajuda.
Compartilhe essa ideia e ajude outras mulheres a entenderem que violência patrimonial também é violência!
